Bem vindos a Paraty

Vamos aproveitar esta oportunidade para simular uma visita a Paraty. Aqui estão algumas praias e ilhas de nossa baía por onde fazemos ótimos passeios. Veja as maravilhas que temos para desfrutar aqui, sem contar nas dezenas de cachoeiras e o Centro Histórico com casarões antigos e suas ruas cobertas de pedras desde a época dos escravos.
Agora não perca mais tempo e faça uma reserva em Paraty, temos as melhores opções de hospedagens para você.


Nascer do Sol

Nascer do Sol

Lagoa azul

Lagoa azul
Lagoa azul

Ilha do Mantimento

Ilha do Mantimento
Ilha do Mantimento


Cumprida Norte

Cumprida Norte
Cumprida Norte

Ilha Cumprida



RPM

RPM

Ilha da Pescaria

Ilha da Pescaria
Ilha da Pescaria

Salvador Moreira (área de nudismo)

Praia da Lula

Praia da Lula
Praia da Lula

Cachoeira do Tobogã

Cachoeira do Tobogã
Cachoeira do Tobogã

Cachoeira da Pedra Branca

Cachoeira da Pedra Branca
Cachoeira da Pedra Branca

Passeios Noturnos

Passeios Noturnos
Passeios Noturnos

Ilha da Cotia

Ilha da Cotia
Ilha da Cotia

Praia do Rosa

Praia do Rosa
Praia do Rosa

Ilha da Sapeca

Ilha da Sapeca
Ilha da Sapeca

domingo, 9 de maio de 2010

MONUMENTOS MILITARES

Portugal sempre teve muita preocupação com a defesa militar da vila de Paraty. Primeiro pelo fato do ouro das minas passar por esse porto e, segundo, porque os portugueses sabiam que Paraty era um dos poucos pontos do litoral brasileiro com fácil acesso para o interior da então colônia e por essa razão poderia ser invadida pelos franceses ou espanhóis em busca do ouro.
Para defender a costa brasileira havia dez regimentos de infantaria. Cada regimento atendia a varias cidades. Entretanto, o 10o Regimento era destinado exclusivamente à Paraty. Além dessa unidade, ainda havia na vila os Capitães de Forasteiros, Capitão da Barra e a Companhia dos Homens Pardos.
Em 1714 desembarca em Paraty o engenheiro-militar Brigadeiro João Massé, construtor de vários fortes pelo Brasil e considerado o melhor nessa área.
Para defender de ataques inimigos a vila contava com seis fortificações e duas guardas. Enquanto os fortes serviam para defender a vila de ataques de navios estrangeiros, as guardas eram pontos de controle avançados para evitar o contrabando de metais preciosos e para evitar, em caso de ataque estrangeiro, a circulação do inimigo por terra. Os fortes tinham ordem de permitir a aproximação da vila apenas de lanchas - pequenas embarcações auxiliares dos navios - e, mesmo assim, no máximo duas ou três ao mesmo tempo. Além do permitido, deveriam ser afundados pelos canhões.
Os fortes, como ponto de defesa, eram os primeiros alvos de um ataque. Prevendo a possibilidade de ser sitiado pelo inimigo, havia dentro do forte local para os soldados dormir e estoque suficiente de água, comida e munição.
Entre 1828 e 1831 as fortificações foram desarmadas e a ação do tempo destruiu as edificações, restando apenas a do Forte Defensor Perpétuo. Das demais sobraram apenas ruínas e canhões que mostram onde eram suas localizações.
Talvez pelo seu poderoso sistema de fortificação que inibia tentativas de ataque, talvez pelo fato de tão raso ser o seu porto que os navios inimigos não conseguiriam chegar a uma distância suficientemente perto para as balas de canhões atingir a vila, houve apenas dois ataque de piratas (ou tentativa de) na vila. A primeira ocorreu no fim do século XVII, como mostra um ofício datado de 1686 “... que visto andar o inimigo nesta costa e se temer saltear esta Vila de Paratihi, como fez em Ilha Grande e intentou fazer a essa se valorosamente, os poucos moradores que nela se achavam, não tivessem feito frente a eles ...”. O segundo ataque ocorreu em 1710 quando o corsário francês João Batista Duclerc tentou desembarcar nesse porto. Não conseguindo desembarcar em Paraty, Duclerc aportou na região de Angra dos Reis e seguiu por terra em direção ao Rio de Janeiro, numa tentativa de dominar aquela cidade pela retaguarda. O pirata acabou sendo derrotado e aprisionado.
Por causa do eficiente sistema de defesa da vila, os navios piratas se escondiam ou na Ilha Grande ou em Trindade, local onde podiam abastecer seus navios com água e comida e onde aguardavam os barcos carregados com ouro vindos de Paraty para então saqueá-los.
Os monumentos militares de interesse turístico são o forte Defensor Perpétuo, o Quartel da Patitiba e o forte de Iticupê. A seguir uma descrição dos fortes.

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