Bem vindos a Paraty

Vamos aproveitar esta oportunidade para simular uma visita a Paraty. Aqui estão algumas praias e ilhas de nossa baía por onde fazemos ótimos passeios. Veja as maravilhas que temos para desfrutar aqui, sem contar nas dezenas de cachoeiras e o Centro Histórico com casarões antigos e suas ruas cobertas de pedras desde a época dos escravos.
Agora não perca mais tempo e faça uma reserva em Paraty, temos as melhores opções de hospedagens para você.


Nascer do Sol

Nascer do Sol

Lagoa azul

Lagoa azul
Lagoa azul

Ilha do Mantimento

Ilha do Mantimento
Ilha do Mantimento

Cumprida Norte

Cumprida Norte
Cumprida Norte

Ilha Cumprida

RPM

RPM

Ilha da Pescaria

Ilha da Pescaria
Ilha da Pescaria

Salvador Moreira (área de nudismo)

Praia da Lula

Praia da Lula
Praia da Lula

Cachoeira do Tobogã

Cachoeira do Tobogã
Cachoeira do Tobogã

Cachoeira da Pedra Branca

Cachoeira da Pedra Branca
Cachoeira da Pedra Branca

Passeios Noturnos

Passeios Noturnos
Passeios Noturnos

Ilha da Cotia

Ilha da Cotia
Ilha da Cotia

Praia do Rosa

Praia do Rosa
Praia do Rosa

Ilha da Sapeca

Ilha da Sapeca
Ilha da Sapeca

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nove blindados da Marinha entraram na Vila Cruzeiro, além de dois caminhões com fuzileiros

 
Após Bope entrar na Vila Cruzeiro, criminosos fogem pelo mato para o Complexo do Alemão 
 

A fuga dos criminosos (foto: Reprodução)
Depois da entrada do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na favela da Vila Cruzeiro, zona norte do Rio de Janeiro, aproximadamente 200 criminosos armados fugiram para o Complexo do Alemão. A fuga foi feita por uma estrada de terra que corta o Morro do Caricó, que é desabitado e separa as duas comunidades.Imagens captadas por um helicóptero da Globo News mostram alguns traficantes feridos. Um deles teve que ser carregado por outro criminoso. Alguns fugiram com carros, motos e caminhonetes.
A Vila Cruzeiro é uma das principais comunidades em que os traficantes se organizam. A polícia acredita que vários criminosos que tiveram que deixar outras comunidades por conta da instalação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) migraram para a Vila Cruzeiro. O Complexo do Alemão também é considerado um ponto estratégico para o tráfico.
Nove blindados da Marinha entraram na Vila Cruzeiro, além de dois caminhões com fuzileiros.  Cerca de 150 policiais militares do Bope participam da operação, além de 200 policiais civis e PMs de outros batalhões. Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a área.
Desde segunda, 34 pessoas morreram durante confrontos na megaoperação que a polícia realiza em comunidades para combater a onda de violência no Estado. Ao todo, 53 foram presos e 121 foram detidos.
A Polícia Militar contabiliza 23 mortes nas operações, mas informações extraoficiais dão conta de que 27 pessoas morreram nos confrontos desde o começo da semana. A Polícia Civil informou que sete pessoas morreram durante operação no morro do Jacarezinho, com mais de 100 agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e delegacias especializadas.
No quinto dia de ataques, 55 veículos foram queimados ao todo. Vinte e uma pessoas foram internadas desde ontem com ferimentos provocados por balas e granadas.
A PM apreendeu garrafas com gasolina, que seriam usadas para colocar fogo em automóveis, além de dinamite e material inflamável. Ontem, foram encontrados fuzis, drogas, metralhadoras, espingardas e um coquetel molotov.
Entre as vítimas está a estudante Rosângela Barbosa Alves, 14. Ela foi baleada durante confronto entre a Polícia Militar e traficantes na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, zona norte do Rio.


 fonte: www.bemparana.com.br

Bandidos atacam ambulância em Bangu, zona oeste do Rio

 Bandidos atacam ambulância em Bangu, zona oeste do Rio
25 de novembro de 2010 17h20

Bandidos atacaram, na tarde desta quinta-feira, uma ambulância na Avenida Brasil, pista sentido zona oeste, na altura de Bangu. O motorista e o paciente que estavam dentro do veículo conseguiram escapar sem gravidade.

Violência

Os ataques tiveram início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis abordaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha, na altura da rodovia Washington Luis. Eles assaltaram os donos dos veículos e incendiaram dois destes carros, abandonando o terceiro. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer) que andava em velocidade reduzida devido a uma pane mecânica. A quadrilha chegou a arremessar uma granada contra o utilitário Doblò. O ocupante do veículo, o sargento da Aeronáutica Renato Fernandes da Silva, conseguiu escapar ileso. A partir de então, os ataques se multiplicaram.
Na segunda-feira, cartas divulgadas pela imprensa levantaram a hipótese de que o ataque teria sido orquestrado por líderes de facções criminosas que estão no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O governo do Rio afirmou que há informações dos serviços de inteligência que levam a crer no plano de ataque, mas que não há nada confirmado. Na terça, a polícia anunciou que todo o efetivo foi colocado nas ruas para combater os ataques e foi pedido o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar as estradas. Foram registrados 12 presos, três detidos e três mortos.
Na quarta-feira, com o policiamento reforçado e as operações nas favelas, 15 pessoas morreram em confronto com os agentes de segurança, 31 foram presas e dois policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) se feriram, no dia mais violento até então. Entre as vítimas dos confrontos, está uma adolescente de 14 anos, que morreu após ser baleada nas costas. Além disso, 15 carros, duas vans, sete ônibus e um caminhão foram queimados no Estado.
Ainda na quarta-feira, o governo do Estado transferiu oito presidiários do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Eles são acusados de liderar a onda de ataques. Outra medida para tentar conter a violência foi anunciada pelo Ministério da Defesa: o Rio terá o apoio logístico da Marinha para reforçar as ações de combate aos criminosos. Até quarta-feira, 23 pessoas foram mortas, 159 foram presas ou detidas e 37 veículos foram incendiados no Estado.

 fonte: noticias.terra.com.br

Notícias » Brasil » Brasil RJ: blindados começam a entrar na Cruzeiro; tiroteio é intenso


Exército e Bope fazem operação conjunta na Vila Cruzeiro. Foto: Reinaldo Marques/Terra Blindados da Marinha levam policiais para dentro da Vila Cruzeiro
Foto: Reinaldo Marques/Terra

Luis Bulcão Pinheiro
Vagner Magalhães
Direto do Rio de Janeiro
A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou no início da tarde desta quinta-feira que utiliza na invasão à Vila Cruzeiro, na zona norte da capital fluminense, seis veículos M113 pela primeira vez. Como tanques de guerra, os carros de combate são blindados e carregam cada um deles doze soldados do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e dois fuzileiros, que prestam assessoramento na condução de tais veículos.
De acordo com o coronel Álvaro Garcia, chefe do Estado-Maior da Polícia Militar, a operação pretende restituir a cidadania dos moradores do complexo. A troca de tiros no local é intensa.
"A troca de tiros é intensa. Eles (bandidos) tentaram impedir a ação da polícia. Não temos data para encerrar a operação.", disse Garcia. Os seis veículos blindados da Marinha estão sendo levando cerca de 160 homens até o centro da vila Cruzeiro. A intenção da PM é chegar até um local seguro, dentro da área dominada pelos traficantes, para iniciar a ocupação.
Segundo ele, a operação conta com 130 homens do Bope, 40 policiais militares do 16º Batalhão da PM de Olaria.
"O objetivo da operação é prender as pessoas que estão promovendo os ataques pela cidade", disse. Segundo ele, essa invasão ao Complexo de Vila Cruzeiro é por tempo indeterminado.
Questionado sobre o interesse da polícia na instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no local, ele disse que esse não é objetivo no momento.
A polícia também informou que está preparando para a noite desta quinta-feira 50 rotas pela cidade, mas sem divulgar os locais, com a intenção de prender envolvidos nos ataques do Rio.
No início desta tarde, um homem atingido por uma bala nas nádegas no tiroteio na Vila Cruzeiro foi detido pela polícia e levado para o Hospital Getúlio Vargas. Segundo a PM, o suspeito teria descido o morro para se tratar e foi medicado.
De acordo com a PM, os blindados são equipados com metralhadoras calibre 50, com poder para abater até helicópteros. No entanto, não há intenção de se usar o armamento nesta operação.
Violência
Os ataques tiveram início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis abordaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha, na altura da rodovia Washington Luis. Eles assaltaram os donos dos veículos e incendiaram dois destes carros, abandonando o terceiro. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer) que andava em velocidade reduzida devido a uma pane mecânica. A quadrilha chegou a arremessar uma granada contra o utilitário Doblò. O ocupante do veículo, o sargento da Aeronáutica Renato Fernandes da Silva, conseguiu escapar ileso. A partir de então, os ataques se multiplicaram.
Na segunda-feira, cartas divulgadas pela imprensa levantaram a hipótese de que o ataque teria sido orquestrado por líderes de facções criminosas que estão no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O governo do Rio afirmou que há informações dos serviços de inteligência que levam a crer no plano de ataque, mas que não há nada confirmado. Na terça, a polícia anunciou que todo o efetivo foi colocado nas ruas para combater os ataques e foi pedido o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar as estradas. Foram registrados 12 presos, três detidos e cinco mortos.
Na quarta-feira, com o policiamento reforçado e as operações nas favelas, 15 pessoas morreram em confronto com os agentes de segurança, 31 foram presas e dois policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) se feriram, no dia mais violento até então. Entre as vítimas dos confrontos, está uma adolescente de 14 anos, que morreu após ser baleada nas costas. Além disso, 15 carros, duas vans, sete ônibus e um caminhão foram queimados no Estado.
Ainda na quarta-feira, o governo do Estado transferiu oito presidiários do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Eles são acusados de liderar a onda de ataques. Outra medida para tentar conter a violência foi anunciada pelo Ministério da Defesa: o Rio terá o apoio logístico da Marinha para reforçar as ações de combate aos criminosos. Até quarta-feira, 23 pessoas foram mortas, 159 foram presas ou detidas e 37 veículos foram incendiados no Estado.

  fonte: noticias.terra.com.br

VIOLÊNCIA NO RIO: Sobe para doze o número de mortos

RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) - Doze pessoas foram mortas no Rio de Janeiro após ações da Polícia Militar para tentar conter os ataques de violência que assombram o estado nos últimos dias. Ao todo, 13 pessoas foram presas.
Na Penha, Zona Norte do Rio, um intenso tiroteio acontece nas proximidades do Hospital Getúlio Vargas. Agentes da PM estão no Morro da Fé. Um policial teve ferimentos no braço, mas passa bem. Já em Belford Roxo, município da Baixada Fluminense, oito suspeitos acabaram morrendo.

 fonte: www.oreporter.com

Bope e blindados entram em favela do Rio

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro



 
Seis blindados e pelo menos 150 homens do Bope estão no local. Polícia diz que equipes não vão deixar a comunidade.

Do G1 RJ
A polícia do Rio entrou nesta quinta-feira (25) na Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, para prender criminosos que, segundo serviços de inteligência, saíram de comunidades ocupadas pelas chamadas UPPs, as Unidades de Polícia Pacificadora.
A ação da polícia foi liderada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), usou ao menos 150 homens e teve o apoio da Marinha, que cedeu seis blindados.
Desde domingo, o Rio de Janeiro vive uma onda de violência, com arrastões, veículos queimados e ataques a forças de segurança. Segundo o governo do Rio, é uma reação à política das UPPs, quando a polícia ocupa áreas antes dominadas por criminosos. Desde 2008, 13 dessas unidades foram instaladas na cidade.
O balanço mais recente da PM indica que 14 veículos foram incendiados nesta quinta. Desde domingo (21) até as 11h30 desta quinta, a PM contabiliza 55 veículos queimados, 55 presos, 121 detidos, 29 armas curtas apreendidas, além de 11 fuzis, 2 espingardas e 5 granadas.
LEIA A SEGUIR, AS ÚLTIMAS INFORMAÇÕES:
INSTALAÇÃO DE UPP -
Fontes ligadas ao Governo do Rio confirmaram a instalação de uma UPP na Vila Cruzeiro.
TIROTEIO - Por volta das 13h, havia tiroteio na Vila Cruzeiro. E parte do comércio da região, no subúrbio do Rio, fechou as portas. O clima é de tensão na área e poucos veículos passam pelo entorno da favela.
"VAMOS DOMINAR OS CRIMINOSOS" - "Essa operação não é de entrada ou saída. Vamos dominar e prender os criminosos", afirmou o coronel da PM, Álvaro Garcia.  Segundo ele, serviços de inteligência da polícia indentificaram que muitos marginais estão na Vila Cruzeiro porque saíram de comunidade que foram pacificadas.
BLINDADOS - Os veículos blindados da Marinha que reforçam as equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vão servir apenas para o transporte de policiais na megaoperação que acontece nesta quinta. Na quarta-feira, um caveirão teve três pneus furados em uma barricada do tráfico. "É a primeira vez que ao Bope utiliza este tipo de força em uma operação no Rio", afirmou o comandante do Bope Paulo Henrique Moraes.
TENTATIVA DE BLOQUEIO - Mais cedo, quatro homens em duas motocicletas tentaram utilizar um caminhão de lixo para bloquear a passagem na Rua Tenente Luís Dorneles, na entrada do Grotão, na Vila Cruzeiro. Segundo a Comlurb, os bandidos teriam ordenado que o motorista permanecesse no local bloqueando o acesso à comunidade. Ainda de acordo com a empresa, depois de dar a ordem, eles teriam deixado o local e o motorista ligou o caminhão e fugiu.
ESCOLAS FECHADAS - Sete escolas e uma creche foram fechadas nesta manhã. Das unidades de educação, apenas uma é estadual. No entanto, segundo a Secretaria estadual de Educação, outras três escolas estaduais estão  fechadas por conta da onda de violência, em Manguinhos, Madureira e Bonsucesso. Só no município, são mais de 12 mil alunos sem aulas.
BOMBEIROS AJUDAM HOSPITAL - A Secretaria estadual de Saúde informou que reforçou o atendimento na emergência do Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Médicos do Corpo de Bombeiros foram deslocados para a unidade para atender os possíveis feridos da operação policial na Vila Cruzeiro. Segundo a secretaria, desde a última quarta-feira (24), 21 pessoas que estariam na comunidade durante o confronto entre a polícia e os criminosos chegaram feridas ao hospital. Dessas, quatro morreram e três continuam internadas na unidade.

Violência no Rio de Janeiro

         Mortes em tiroteio no Rio de Janeiro

O intenso tiroteio de ontem entre policiais e traficantes na Vila Cruzeiro, Penha, zona norte do Rio de Janeiro, resultou em mortes de civis sem nenhuma relação com o confronto, incluindo uma adolescente voltando da escola, um idoso e uma mulher. A estudante Rosângela Barbosa, de 14 anos, foi morta com um tiro nas costas. O mesmo quase ocorreu com Bárbara Carolina Oliveira Silva, de 16 anos. Ela também levou um tiro nas costas e seguia hospitalizada à noite, em observação.
 Já Janaína Romualdo dos Santos, de 43 anos, morreu durante o atendimento médico. Em seguida, um homem pardo, de 60 anos, ainda não identificado, não resistiu aos ferimentos e morreu no centro cirúrgico. Além deles, Rafael Felipe Aurídes Gonçalves, de 29 anos, chegou morto ao hospital - com tiros em rosto, cabeça e tórax.
 A incursão policial começou pela manhã, com 100 homens de 6 batalhões na Vila Cruzeiro e nos Morros da Fé, do Sereno, Caixa D?Água e Chatuba, que integram o Complexo da Penha. O intenso tiroteio perdurou até o início da noite. E os feridos continuavam chegando. A lista incluía José Ricardo Rodrigues Lopes, de 32 anos; Silvio de Souza Santos, de 39; Antonio da Rocha, de 68; Gerson Rodrigues de Oliveira, de 26; Kelly Regina Borges Santos, de 25; Aline Soares de Oliveira, de 28; e Pâmela Evangelista de Matos, de 22. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
   fonte: noticias.limao.com.br

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Festival Internacional de Música Latina

Festival Internacional de Música Latina 

de 03 a 05 de dezembro de 2010

shows 

Yaniel Matos + Haydeé Milanes e Julio Padrón  ( Cuba )Dia 03/12 às 21h00

Deldongo ( França )Dia 03/12 às 22h30
Lyra Latina Orchestra ( Brasil )Dia 03/12 às 22h30 
Oficina Dia 04/12 às 17h00 Aula-Oficina com a companhia Tribo de Dança (Brasil)
Marina De La Riva ( Brasil )Dia 04/12 às 21h30
Otros Aires ( Argentina )Dia 04/12 às 23h00
Havana Brasil  ( Brasil ) e Fernando Ferrer ( Cuba )Dia 04/12 às 00h30 
Oficina Dia 05/12 às 16h30 
Aula-Oficina com a companhia Tribo de Dança (Brasil)
Roberto Fonseca ( Cuba )Dia 05/12 às 20h30
Oficinas de Dança  Sábado e domingo aulas gratuitas

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

História de Paraty

Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônicos.
Passear pelo Centro Histórico de Paraty é entrar em outra época, onde o caminhar é vagaroso devido às pedras "pés-de-moleque" de suas ruas. As construções de seus casarões e igrejas traduzem um estilo de época e os misteriosos símbolos maçônicos que enfeitam as suas paredes nos levam a imaginar como seria a vida no Brasil de antigamente. A proibição do tráfego de automóveis no Centro contribui para esta viagem pelo "Túnel do tempo".
A cidade foi fundada em 1667 em torno à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, sua padroeira. Teve grande importância econômica devido aos engenhos de cana-de-açúcar (chegou a ter mais de 250), sendo considerada sinônimo de boa aguardente.
No século XVIII, destacou-se como importante porto por onde se escoava das Minas Gerais, o ouro e as pedras preciosas que embarcavam para Portugal. Porém, constantes investidas de piratas que se refugiavam em praias como Trindade, fizeram com que a rota do ouro fosse mudada, levando a cidade a um grande isolamento econômico.

Após a abertura da Estrada Paraty-Cunha,e principalmente, após a construção da Rodovia Rio-Santos na década de '70, Paraty torna-se pólo de turismo nacional e internacional, devido ao seu bom estado de conservação e graças às suas belezas naturais.
Em sua área encontram-se o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, onde está a Vila da Trindade, a Reserva da Joatinga, e ainda, faz limite com o Parque Estadual da Serra do Mar. Ou seja, é Mata Atlântica por todo lado.


fonte: www.paraty.com.br

História de Paraty

PARATY: CIDADE HISTÓRICA, MONUMENTO NACIONAL


DE ENTREPOSTO COMERCIAL A MONUMENTO NACIONAL


A data de fundação de Paraty diverge de historiador para historiador. Uns falam que em 1540/1560 já havia um núcleo devotado a São Roque no Morro da Vila Velha (hoje Morro do Forte ); outros, de 1597, quando Martim Correa de Sá empreende uma expedição contra os índios guaianás do
Vale do Paraíba; alguns outros, de 1600, quando havia um povoamento de paulistas da Capitania de São Vicente; e alguns mais, 1606, quando da chegada dos primeiros sesmeiros da Capitania de Itanhahém - que, acredita-se, venha a ser a origem do povoamento como, grosso modo, foi o sistema de Capitanias Hereditárias a base da exploração dos bens naturais, defesa e fixação do homem à terra no Brasil.

Monsenhor José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo, no livro Memórias Históricas do Rio de Janeiro e Províncias Anexas à Jurisdição do Vice-Reino do Estado do Brasil assinalou que a fundação da cidade teria ocorrido "lá pelos annos de 1600 e tantos".

De todo modo, pode-se afirmar que, no início do século XVII, além dos índios guaianases, já havia um crescente grupo de "paratianos" estabelecidos por aqui.

Por volta de 1640 o núcleo chamado Paratii foi transferido para onde hoje se situa o centro histórico, em "légoa e meia de terra entre os rios Paratiguaçu (hoje Perequê-Açú) e Patitiba", doadas por Maria Jácome de Mello. Esta, ao fazer a doação, teria imposto duas
condições: que a nova capela fosse feita em devoção a Nossa Senhora dos Remédios e se guardasse a segurança dos gentios guaianases. Só a primeira condição foi respeitada, diga-se de passagem.

Em 1660, o florescente povoado se rebela, exigindo a separação de Angra dos Reis e elevação à categoria de Vila. Surgia em 1667 a Villa de Nossa Senhora dos Remédios de Paratii. Convém salientar que Paraty foi a primeira cidade brasileira a ter sua autonomia política decidida por escolha popular.

Paraty torna-se um razoável entreposto comercial e seu desenvolvimento deveu-se à sua posição estratégica, no fundo da baía da Ilha Grande; ao caminho terrestre que partia de Paraty, seguia por Guaratinguetá, passava pela Freguesia da Piedade (atual Lorena), vencia a Garganta do Embu e chegava a Minas Gerais: era o chamado "Caminho do Ouro da Piedade"; e ao seu porto, que chegou a ser o segundo mais importante do país.

No ano da independência, por exemplo, constatou-se a passagem pela cidade de 160.914 "cabeças de homens e animais": eram riquezas das Gerais, no começo, e, posteriormente o café do Vale do Paraíba sendo embarcados para a Europa, na medida em que escravos, especiarias e sobretudo o luxo europeu chegavam para os Barões do Café,
subindo o antigo Caminho do Ouro da Piedade, usado antes da colonização pelos índios guaianases que vinham de Guaratinguetá para pesca e o preparo da farinha de peixe. É Frei Agostinho de Santa Maria que, no Santuário Mariano e Histórico, de 1729, escreve sobre a importância de Paraty: "...que dista do Rio de Janearo quarenta légoas... mas virá a ser muyto populosa pelo muyto trato & commercio, que nella há ... porque he o porto do mar, onde acode a gente de todas aquellas Villas do Certão, como são a de Guaratingitá, e de Pendà, Munhangába, Thaubathé & Jacarehy ... a buscar o necessario como he o sal, o azeyte & vinho, & tudo o mais".

Decaindo a extração e exportação do

ouro, em meados do século XVIII, Paraty vai perdendo importância.

Com o Ciclo do Café, a partir do século XIX, a cidade revive, temporariamente, seus prósperos dias de glórias coloniais.

Em 1870, devido à abertura de um novo caminho - desta feita, ferroviário - entre Rio e São Paulo, através do Vale do Paraíba, a antiga trilha de burros pela serra do Mar perdeu sua função, afetando de forma intensa a atividade econômica de Paraty como um todo.

Um segundo fator de decadência do comércio e da cidade foi a Abolição em 1888, causando um êxodo tal que, dos 16.000 habitantes existentes em 1851, restaram, no final do século XIX, apenas "600 velhos, mulheres e crianças" isolando Paraty definitivamente do país por décadas.

Enquanto abriam-se estradas pelo resto do país, continuava se chegando a Paraty como na época Colonial:
de barco, vindo de Angra dos Reis; ou, a partir de 1950, por terra, via Cunha, em estrada que só comportava movimento quando não chovia e que aproveitava em parte o trecho da velha estrada do ouro e do café.

Nem mesmo a tentativa de se construir uma estrada de ferro entre Paraty e Guaratinguetá, na primeira década do século XX, deu certo.

Este isolamento involuntário foi, paradoxalmente, o que preservou não só a estrutura arquitetônica urbana da cidade como também seus usos e costumes.

Com a abertura da BR 101 (Rio-Santos) no início dos anos 80, Paraty recebe um novo impulso. Como nas fases anteriores de "ocupação", no ouro ou no café, um novo ciclo veio dominar e explorar a cidade: o turismo, desta feita potencializado no seu conjunto paisagístico/arquitetônico, nas áreas florestadas, nas 65 ilhas e nas mais de 300 praias da região.

Paraty foi considerada Patrimônio Estadual em 1945, tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1958 e finalmente convertida em Monumento Nacional em 1966.

PARATY - CIDADE HISTÓRICA MONUMENTO NACIONAL
É uma publicação da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Turismo e Cultura de Paraty.

BIBLIOGRAFIA
Bastide, Roger e Fernandes, Florestan. Brancos e Negros em São Paulo Cia. Editora Nacional. 1959.
Bastide, Roger. Estudos Afro-Brasileiros . Editora Perspectiva.
Câmara Cascudo, Luiz da. Dicionário do Folclore Brasileiro. Instituto Nacional do Livro. 1962.
Costa, Lúcio. Projeto Arquitetônico de Paraty in Tricentenário de Paraty.
Freyre, Gilberto. Carnaval. Grandes Acontecimentos da História. Revista nº 9. 1974.
Gurgel, Heitor e Amaral, Edelweiss. Paraty, Caminho do Ouro. Livraria São José.1973.
Maia, Thereza Regina de Camargo. Paraty, Religião & Folclore. Cia. Editora Nacional. 1974.
Mello, Diuner José. Paraty - Notas Históricas. Instituto Histórico e Artístico de Paraty. 1994.
Mello, Diuner José. Roteiro do Visitante. Informativo Turístico e Cultural. Paraty,1976.
Mello e Souza, Marina. Paraty - A Cidade e Suas Festas. Ed. Tempo Brasileiro.
 
   fonte: www.paraty.com.br

Fernando de Noronha



História de Fernando de Noronha

              




Carta náutica impressa em Paris - 1852


Muitas controvérsias marcam o descobrimento de Fernando de Noronha. O mapa de cantino, enviado em novembro de 1502 a Ercole d'Este, Duque de Ferrara, já indica o arquipélago como Ilha da Quaresma. Isto faz supor que o conhecimento da existência da ilha só poderia advir de expedições que por ela passaram em 1500, 1501 ou 1502, no tempo da quaresma. O Visconde de Santarém atribuiu a descoberta a Gaspar de Lemos, o comandante da nau de provisões da armada de Cabral, enviada de volta a Portugal em 1500 com a notícia de que fora achada a terra de Santa Cruz. A nau certamente não cruzou a região no período da quaresma, mas, depois de bordejar a costa brasileira cortando pau-brasil, poderia ter avistado o arquipélago a 24 de junho, justamente no dia de São João, cujo nome teria dado a ilha.




Brasão de Fernão de Loronha - Sec XV-XVI


Duarte Leite, após longa pesquisa, imputou a descoberta da ilha à expedição de 1501-1502, cujo comando atribuiu errôneamente a Fernão de Loronha. Para Jaime Cortesão, historiador português, nos anos de 1502-1503 teria vindo ao Brasil uma desconhecida expedição, mas da qual existem seguros vestígios. Ela explicaria questões relacionadas à citação da ilha em cartas geográficas do período. No comando da expedição estaria Fernão de Loronha, que em pessoa, iniciava o desbravamento da terra que arrendara para a exploração do pau-brasil. No curso desta viagem, teria descoberto Fernando de Noronha.

Opiniões divergentes à parte, o certo é que o primeiro a descrevê-la foi Américo Vespucci, ao participar da expedição de Gonçalo Coelho (1503-1504). Por decreto de 16 de fevereiro de 1504, D. Manuel I doou a Fernão de Loronha o arquipélago, sendo a primeira capitania hereditária do Brasil. O sistema só seria implantado no continente entre 1534 e 1536, quando D. João III criou nada menos que quatorze, ao longo da costa, distribuídas a doze donatários. Os descendentes de Loronha foram recebendo por decreto real o título de posse da ilha até o último, seu trineto, João Pereira Pestana em 1692.

Em 1534 o arquipélago de Fernando de Noronha foi invadido por ingleses; em 1556 até 1612, por franceses. No ano de 1612 aportou o missionário capuchinho Cláudio de Abbeville, que encontrou no local um português e dezessete índios de ambos os sexos, todos desterrados pelos moradores de Pernambuco.




Retomada da ilha em 1629 - Óleo de Wash Rodrigues


Em 1628, Noronha foi invadida pelos holandeses, desalojados dois anos depois pela expedição comandada por Rui Calaza Borges a mando de Mathias de Albuquerque em 14 de janeiro de 1630. Em nova investida, em 1635, os holandeses voltam a ocupar a ilha, sob o comando do almirante Cornelis Cornelizoon Jol, permanecendo por dezenove anos. Neste período, a ilha foi usada pelos holandeses como local de tratamento e convalescença de seus homens devido a doenças como o escorbuto e pela disenteria sanguínea, que atingiram um terço da tropa estacionada em Pernambuco. A ilha passa a chamar-se Pavônia, em homenagem a Michiel de Pauw, um dos diretores da Companhia das Índias Ocidentais. Em 1646 os holandeses constroem um fortim na elevação onde mais tarde seria erguido o Forte de Nossa Senhora dos Remédios.

Em 1696, carta régia de 7 de setembro, manda povoar, guarnecer a ilha com um destacamento, escolher os melhores locais para fortificar, para evitar as constantes invasões. Essa resolução não foi cumprida, continuando o território atlântico a mercê dos invasores.

Em 24 de setembro de 1700 a capitania de Fernando de Noronha reverte à coroa, tornando-se por carta régia, dependência da Capitania de Pernambuco. Achando-se despovoada e em completo abandono, foi a ilha ocupada em 1736 pelos franceses da Companhia Francesa das Índias Orientais, passando-se a chamar Isle Dauphine

No ano de 1737 o arquipélago foi definitivamente ocupado pelos portugueses, sendo os franceses expulsos por uma expedição vinda do Recife a mando do governador Henrique Luís Pereira Freire e comandada pelo tenente-coronel João Lobo de Lacerda, à frente de 250 praças, sem nehuma resistência. A fim de impedir novas investidas dos franceses, são construídos os fortes de Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora da Conceição e Santo Antônio.

A igreja de N.S. dos Remédios, marco da nova povoação, foi concluída em 1772. Provavelmente nesta época, começaram a ser enviados para a ilha os primeiros presos, embora de forma ocasional. Essa destinação gerou medidas preventivas que vieram a alterar, profundamente, o meio ambiente insular, tanto com a destruição de grande parte de sua cobertura vegetal, derrubando-se árvores para evitar fugas e esconderijos de presos, como a introdução de espécies estranhas ao local, causando modificações de consequências visíveis até os nossos dias.

Em 1739 são construídos os fortes de São João Batista dos Dois Irmãos e São Joaquim do Sueste. Em 1755 por carta régia de 16 de agosto, Angola passou a contribuir com a quantia anual de 4.000$000, para cobrir as despesas do presídio de Fernando de Noronha, subsídio esse que durou até a véspera da proclamação da independência do Brasil. Em 1789, o governo português pretendeu instalar uma colônia agrícola na ilha, visando torná-la menos dispendiosa aos cofres reais, idéia essa que não foi aceita pelo então governador de Pernambuco D.Thomás José de Melo.

Em 1817, por ocasião da revolução republicana de Pernambuco, o governo provisório nomeou o capitão José de Barros Falcão de Lacerda para desmantelar as fortificações da ilha e levar de volta o destacamento e os sentenciados. Em 1822, assume o comando de Fernando de Noronha o coronel Luís de Moura Accioli. A ilha continua a ser dependência de Pernambuco, passando seus assuntos internos para o âmbito do Ministério da Guerra. Em 1865 é promulgado o regulamento para o presídio e em 1877 é transferida a administração e o custeio para o Ministério da Justiça. Em 1885 o imperador Pedro II assina decreto aprovando novo regulamento para o presídio.

Proclamada a república, convidado para ministro da justiça, o Barão de Lucena, exigiu uma condição para aceitar o cargo : que Fernando de Noronha voltasse ao domínio de Pernambuco. Assim sendo, em 1891 foi concretizada a restituição, na forma do decreto 1.371 de 14 de novembro.




Presos conduzindo visitantes p/embarque no porto em liteiras - 1939


Em 1897 o governo do Estado de Pernambuco toma posse definitiva do presídio de Fernando de Noronha, que passa a ser prisão estadual, permanecendo o arquipélago sob domínio pernambucano até o ano de 1938, quando foi vendido ao Ministério da Justiça, tendo o governo federal pago a título de compensação a quantia de Cr$ 2.000.000,00, transformando a ilha em presídio político e colônia correcional.




Dirigivel Zepellin, sobrevoando Fernando de Noronha em 1933


No começo do século XX, instalaram-se os ingleses para cooperação técnica em telegrafia (South American Company); depois vieram os franceses do cabo Francês e os italianos da Italcable. Em 1942, em plena 2a. guerra mundial, transformou-se em Território Federal, sendo os presos políticos e comuns transferidos para o presídio da ilha grande.




Bandeira do Território Federal de Fernando de Noronha


Em 1943, decreto federal dispõe sobre a administração da nova unidade da federação, que ficou a cargo do então Ministério da Guerra. Em 23 de agosto, assume o cargo o primeiro governador do Território Federal de Fernando de Noronha, o coronel Tristão de Alencar Araripe. Noronha foi administrada pelo Exército até 1981, pela Aeronáutica até 1986 e pelo Estado Maior das Forças Armadas até 1987. Deste tempo de administração militar, veio grande parte da infra-estrutura como aeroporto, estradas, escola, hospital etc. Acordos entre o governo brasileiro e os Estados Unidos foram feitos para a instalação de americanos no arquipélago de 1942 a 1945 (segunda guerra mundial) e de 1957 a 1962 (base de rastreamento de satélites), operada pela NASA.




Canhão instalado em 1942 , no alto, entre as baias dos Porcos e do Sancho


Em 1987 começa a administração civil, através do Ministério do Interior, sendo o único governo civil que o território conheceu, durando até 1988 quando por dispositivo constitucional o arquipélago foi reanexado ao Estado de Pernambuco. Agora como Distrito Estadual, tem seu destino gerido por um Administrador Geral, nomeado pelo Governador do Estado e referendado pela Assembléia Legislativa de PE.

Hoje Fernando de Noronha vive da exploração racional do turismo, dentro das limitações impostas pelo seu delicado ecossistema e da atividade pesqueira, esta em caráter artesanal e voltada para o consumo interno.

Além do interesse histórico mencionado anteriormente, o arquipélago foi alvo de atenção de vários cientistas que se dedicaram a estudar sua fauna, flora, geologia, geomorfologia, entre outros.Um dos primeiros trabalhos foi publicado há mais de 100 anos, por Pocock (1890). Posteriormente, Bjornberg (1954); Lopes e Alvarenga (1955); Almeida ( 1958); Paiva (1967) entre vários outros.

Em dezembro de 1995, foi promulgada a lei orgânica do arquipélago, sua constituição, ocorrendo em março de 1996 a primeira eleição para o Conselho Distrital, o fórum de representatividade da comunidade local junto ao poder público.                fonte: www.noronha.com.br

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Passeios em Paraty

  Entre as várias opções de passeio em Paraty, esta um maravilhoso passeio de barco pela baía da cidade. Oferecemos um passeio privado com tempo e roteiro que você desejar, confira em nosso blog alguns roteiros de nosso passeio, para mais informações entre em contato.


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Pousadas em Paraty-RJ

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Casas em Paraty para temporada

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Bar em Bar

 Festival reúne boa culinária e cachaça de Paraty

 De 04 de Novembro a 05 de Dezembro

Abrasel Paraty participa do Festival Bar em Bar e faz festa de lançamento no Cais do Centro Histórico.
 A Abrasel nacional realiza o Festival Bar em Bar, que acontece em 23 estados do Brasil de 4 de novembro a 5 de dezembro de 2010. O movimento visa à valorização da cultura e gastronomia típica dos bares.      Durante um mês os estabelecimentos participantes oferecem porções promocionais de receitas que melhor representam sua especialidade.
E para marcar a integração, todas as cidades participantes preparam seu evento de lançamento. A Abrasel Paraty fará sua festa em frente ao cais do Centro Histórico, no próprio dia 4 de novembro, às 20h. Ao todo, 16 bares da cidade irão oferecer degustação de petiscos. Caipirinhas serão oferecidas com o apoio da APACAP (associação de produtores de cachaças de Paraty). Haverá, também, música e dança. A expectativa é reunir 1.000 pessoas que trabalham com turismo, além de autoridades locais.
Com restaurantes de excelente padrão de qualidade, a gastronomia de Paraty é sem dúvida um dos grandes atrativos turísticos da cidade. Há restaurantes com culinárias diversas: caiçara, brasileira, francesa, italiana, tailandesa, japonesa, internacional, entre outras.
Veja a lista de bares e cardápios oferecidos em Paraty: www.abraselparaty.wordpress.com
 Veja o site do Festival: www.barembar.com.br

   fonte: www.paraty.com