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| De sombria elegância e de unidade formal, destonando do altar principal dedicado a N. Srª do Rosário, de fatura bem posterior. | ||||||||||||||||||||||||||
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A obra foi executada por um pintor chamado, por esse motivo, de "João Dourador". O altar de São Benedito foi mandado dourar por Manoel Francisco de Alvarenga e Souza, o "Chico Souza, líder político local em pagamento de promessa e os paratynet dois pela irmandade. Nota-se que o altar de São Benedito é o mais ricamente dourado. | ||||||||||||||||||||||||||
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| Antigamente, na véspera da festa distribuía-se comida para o povo e carne para os pobres, e no dia da festa o rei distribuía doces. | ||||||||||||||||||||||||||
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Bem vindos a Paraty
Vamos aproveitar esta oportunidade para simular uma visita a Paraty. Aqui estão algumas praias e ilhas de nossa baía por onde fazemos ótimos passeios. Veja as maravilhas que temos para desfrutar aqui, sem contar nas dezenas de cachoeiras e o Centro Histórico com casarões antigos e suas ruas cobertas de pedras desde a época dos escravos.
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Nascer do Sol
Lagoa azul
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Ilha do Mantimento
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Cumprida Norte
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Ilha da Pescaria
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Salvador Moreira (área de nudismo)
Praia da Lula
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Cachoeira do Tobogã
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Cachoeira da Pedra Branca
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Ilha da Cotia
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Praia do Rosa
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Ilha da Sapeca
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
IGREJA N. Srª do Rosário E SÃO BENEDITO
FESTAS de são benedito EM PARATY
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| Considerada a Festa do Divino dos Pretos, a festa de São Bendito foi criada para eles, pois, segundo se conta os pretos não podiam participar das festividades do Divino. | |||
Nascido escravo em 1525, filho de pais africanos São Benedito foi alforriado aos 18 anos, tornando-se franciscano e falecendo como seu superior em 1589, com foros de santidade. A devoção a S. Benedito foi introduzida no Brasil antes mesmo de sua beatificação, pelos frades franciscanos, que assim propunham aos descendentes de africanos - um modelo da sua raça e da sua cor. | |||
| Breve Histórico | |||
Éra tradição em Paraty que, como os pretos não podiam participar das festividades do Divino, criaram para eles um Rei e uma Rainha, que se vestiam na procissão com roupas iguais as usadas "pelo Imperador do Brasil e pelo Rei de Portugal". Usavam, como ainda hoje, coroa e cetro, onde se encontra gravada a imagem de São Benedito. Realmente, encontramos na festa de coroação do Rei Congo, em todo o Brasil, um sincretismo luso-africano, unindo essas duas estruturas sociais. De fato, comparando-se as duas festas, em Paraty, vemos que a de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito é uma cópia mais modesta da Festa do Divino. No lugar do Imperador, é coroado um Rei. No lugar de Folias que cantam, temos a Folia Muda. Em lugar do vinho, da carne, dos doces e dos salgados, apenas doces e refrigerantes, havendo carne "quando i' o dinheiro der", o que raramente acontece. Confirma-se o dito de que "a Festa de São Benedito é a Festa do Divino dos Pretos", portanto "uma forma de acomodação social para as duas classes: um rei para os escravos, e um imperador para os senhores. 0 rei dos pretos era aclamado, e o imperador era escolhido por sorteio, ambos, porém, coroados, fugindo do que havia em Portugal: Rei é aclamado, e Imperador coroado". Também em sua esquemática a festa de São Benedito se assemelha à do Divino. Feita a escolha dos festeiros, em geral um casal, estes escolhem rei e rainha, que devem ser crianças, mas "de cor". Muitos pais fazem promessa para que seus filhos sejam "rei e rainha" de São Benedito. Os festeiros passam em seguida, à função de angariar dinheiro para a festa, o que é feito de duas maneiras: correndo listas pela cidade, e contratando uma Folia. | |||
| Como é Realizada as Festa | |||
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Para o preparo das iguarias, muita gente ajuda, tanto por gosto" como "por promessa". A festa, propriamente, tem inicio pelo levantamento do Mastro. 0 Mastro, pintado de azul e branco em homenagem a Nossa Senhora do Rosário, tem a encimado uma bandeira, com as imagens de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário, uma de cada um dos lados, aquela em fundo branco, e esta em fundo azul. | |||
0 Mastro permanece erguido até o final da festa, ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, quando é arriado pelo próximo festeiro. Para Luís da Câmara Cascudo, "a bandeira do santo no alto do mastro informa que ele está presente na sua festa e aguarda o concurso de seus fiéis". | |||
Com o início da' novena, movimentam-se as Bandeiras todas as noites, da casa dos devotos até à Igreja do Rosário, sempre acompanhadas pela Bandeira da Folia. Dedica-se cada noite da novena a uma classe: pescadores, lavradores, pedreiros, estudantes, funcionários, tendo sido anotada em 1972 uma nova classe, a dos turistas. | |||
| Na manhã da festa, o povo se reúne à frente da casa do festeiro. Todos querem ver a saída do rei e da rainha, como ocorre na festa do Divino. Indo ele vestido de branco, com manto de veludo vermelho, comprido. Levava à mão o cetro e à cabeça a coroa, ambos de prata. A rainha apresentou-se de vestido longo, cor-de-rosa. Ostentava diadema de pedras brancas à cabeça, levando à mão uma salva, onde descansava sua coroa de prata. | |||
Caminham o rei e a rainha dentro de um "quadro", à moda dos Imperadores do Divino. Na festa de São Bendito, o quadro é pintado de azul, seguindo atrás dele os festeiros, as bandeiras, a banda de música e a folia. Vem por último o povo. | |||
0 cortejo assim formado segue até à igreja de São Benedito e do Rosário, onde tem lugar a missa, em seguida à qual todos retornam, com igual solenidade, à casa da festa, tendo então início a distribuição dos doces. | |||
Ainda em paralelo à Festa do Divino, na casa do festeiro é armado um altar, porém nas cores azul e branca. Sobre ele são colocadas as duas coroas de prata, do rei e da rainha, aquela maior e acompanhada de cetro, esta menor, descansando sobre uma salva. | |||
A procissão e organizada à tarde, com grande concorrência, inferior, porém, à do Divino. Os andores de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito têm saído ultimamente iluminados, seguidos de várias formas de pagamentos de promessa. Notamos uma mulher com grande pedra à cabeça, duas crianças que seguiam debaixo do andor de Nossa Senhora, quatro outras que caminhavam debaixo do andor do Santo. | |||
À noite acontece o leilão de prendas, à rua Dr. Samuel Costa, defronte da Igreja do Rosário, em um largo formado pela confluência com o Paço Municipal. Embora pelas Atas da Irmandade do Rosário, do século passado, se saiba que havia em Paraty, além do Rei e Rainha, Juizes e Juizas, brancos e "de cor", há muitos anos estas figuras deixaram de existir, restando apenas o Rei e a Rainha. Como na Festa do Divino, as danças eram comuns depois do leilão, que acontecia após encerrada a procissão. De maior uso eram o Jongo, o Marrá Paiá e a Dança dos Velhos. | |||
| Folia de São Benedito | |||
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FESTA DO DIVINO EM PARATY
| No mês de maio Paraty explode em comemorações. Na maior festa da cidade, o povo mostra sua fé e pede graças. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nas procissões, nas barracas de comes e bebes, por toda parte, as pessoas levam adiante uma tradição que se transmite há muitas gerações. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| No mês de maio Paraty explode em comemorações. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Na maior festa da cidade, o povo mostra sua fé e pede graças. Nas procissões, nas barracas de comes e bebes, por toda parte, as pessoas levam adiante uma tradição que se transmite há muitas gerações. A festa do Divino Espírito Santo, realizada no dia de Pentecostes, homenageia a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, fonte de amor e sabedoria. Por isso a cor vermelha domina a comemoração, e uma pomba branca simboliza o Divino. Na festa, que dura dez dias, acontecem celebrações religiosas (como ladainhas, procissões e missas), distribuição de comida, carne, vinho e doces aos presentes. Para que a festa aconteça todos os anos, com seu lado religioso e profano é preciso muito trabalho e dedicação. Um festeiro conta com o apoio da comissão e do povo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Quem é o senhor festeiro? | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Para ser festeiro é preciso escrever uma carta ao padre, pedindo para assumir a festa no ano seguinte.Só se sabe o nome do festeiro do próximo ano no último dia da festa.O trabalho do festeiro do ano seguinte começa no domingo depois da festa. No final da missa ele “arreia” o mastro, e ao lado do povo o carrega pelas ruas da cidade, e depois o guarda na Igreja da Matriz.Após a missa da Ressurreição o mastro é erguido novamente, tendo o acompanhamento da Banda Santa Cecília, da Folia do Divino e de uma explosão de fogos de artifício. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Como acontece a festa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| As comemorações do Divino Espírito Santo começam nove dias antes do Domingo de Durante a semana da festa, depois das celebrações religiosas todos os dias a cidade se transforma. Alguns eventos como gincana, apresentação de bandas musicais e show de calouros animam a pequena Paraty. O último fim de semana da festa reserva muitas surpresas. A primeira delas é a alvorada de foguetes , acompanhada pela Banda Santa Cecília, Folia do Divino e pela Fanfarra. Ainda pela manhã a banda e a fanfarra saem pedindo esmolas e voltam para a casa do festeiro onde muita carne é distribuída ao povo. Na ocasião todas as bandeiras da promessa são levadas para a casa do festeiro que é aberta ao povo. Sobre um altar em exposição sobre uma salva de prata, a coroa e o bastão do Imperador do Divino. Ao meio dia, um dos momentos mais esperados da festa: a distribuição de comida e bebida ao povo. O cardápio quase sempre é arroz, farofa de feijão, macarrão, maionese, carne de boi e de frango. O chope e o refrigerante também são distribuídos de graça. Filas de mais de 100 metros se formam. Pessoas de todos os lugares vêm provar a comida. Na noite de sábado acontece a última ladainha e missa e logo depois, é coroado o Imperador do Divino: um garoto da comunidade vestido de roupas de época. O Imperador recebe um cetro e uma coroa de prata. Da missa o Imperador, os vassalos e guardas de honra seguem para a frente da igreja, onde está montado um luxuoso palanque. Ali o Imperador recebe as homenagens, como apresentações de Ciranda, Marrra-Paiá, Dança das Fitas, dos Velhos e outras. A banda Santa Cecília também toca enquanto um leilão arremata barquinhos, gaiolas de taquara, doces caseiros, peças de artesanato, bebidas e aves doadas como promessa. Também se apresentam o Boi, Cavalinho e a Miota, que depois saem pelas ruas brincando com a criançada. Um tocador de caixa acompanha as figuras. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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O Carnaval
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